Rota 471


Rota: Porto Alegre / Encruzilhada do Sul / Canguçu / Pelotas / Porto Alegre

Distância percorrida: 630 km

Já fazia um bom tempo que eu estava adiando uma motocada pela RS-471 com o objetivo de registrar o trecho comprendido entre Encruzilhada do Sul (RS) e seu entroncamento com a BR-392 – em Canguçu (RS) – para colaborar com o Projeto TrackSource (apenas o segmento entre Pantano e Encruzilhada aparece no mapa e como um rascunho). Ontem, finalmente, a motocada foi realizada: foram 630 km percorridos em pouco menos de 8 horas (6h48min rodando e 1h07min parado, para ser mais exato) sempre em estradas pavimentadas.

Pantano Grande/Encruzilhada do Sul

O trecho da RS-471 entre Pantano e Encruzilhada adiantou a regra do próximo (entre Encruzilhada e Canguçu): bom asfalto, raros postos de gasolina, pouquíssimo trânsito e belas paisagens. Apesar do sobe e desce de alguns trechos, na maior parte do tempo é possível enxergar até onde a vista alcança.

RS-471

Vista do belvedere da RS-471

Parada para um pastel na Lancheria Canto Doce

Igreja de Encruzilhada do Sul (RS)

Encruzilhada do Sul/Canguçu

Praticamente sozinho na estrada – como no trecho anterior -, segui torcendo que o sol continuasse a esquentar a tarde fria de sábado; vez ou outra as nuvens cobriam o astro-rei, mas na maior parte do tempo rodei com uma temperatura agradável (o termômetro da moto marcava em torno de 18 graus). A BR-392, apesar de um remendo aqui e outro acolá, está em boas condições entre a alça de acesso da RS-471 e o trevo da BR-116 em Pelotas.

Viaduto sobre Arroio da Miséria - RS-471

Ponte sobre o Rio Camaquã - RS-471

Painel em Canguçu (RS)

Canguçu/Porto Alegre

A BR-116 entre Pelotas e Porto Alegre continua a mesma de sempre: trânsito intenso de caminhões (em função do Porto de Rio Grande), asfalto em boas condições e pouco para ver às suas margens – exceto pelo Rio Camaquã que, diferentemente do que vi na última vez que passei por ali, estava cheio e não exibia o seu leito como aparece na última foto. A novidade desta minha passagem pela BR-116 é que, felizmente, não fui convidado a conhecer o acostamento como na volta de Pelotas em maio deste ano e de São Lourenço em março do 2008.

Ponte sobre o Rio Camaquã - BR-116

Ponte sobre o Rio Camaquã - BR-116

Do lado de lá, Caraá


Rota: Porto Alegre / Osório / Caraá / Santo Antônio da Patrulha / Gravataí / Porto Alegre

Distância percorrida: 235 km

Talvez sugestionado por ter assistido o documentário Long Way Down no final de semana, acabei colocando a CBzona para rodar em um terreno mais apropriado para uma bigtrail: na última terça-feira, voltando de Osório (RS), resolvi rodar um pouco mais e deixei de lado as opções usuais – a BR-290 e a RS-030 – para subir o Morro da Borússia (onde ficam as antenas que aparecem na primeira foto) e de lá continuar até Caraá para em seguida chegar a Santo Antônio da Patrulha.

Entre a margem da BR-101 e as antenas, a estrada está totalmente asfaltada e o passeio, além de belo, é tranquilo; seguindo adiante, entretanto, o conforto acaba – mas nada que uma marcha acima do necessário e baixa velocidade não resolvam. No final das contas, andar devagar se revela uma boa estratégia para apreciar cada detalhe da região: pelo caminho, pontes, rios, cascatas e casas antigas compõem um cenário quase surreal para alguém acostumado a olhar pela viseira do capacete diariamente e ver a correria da capital dos gaúchos.

Mais informações:

No pé do Morro da Borússia

Caminho para a rampa de voo livre

Vista aérea de Osório

Vista aérea de Osório

Estrada pouco propícia para a CB1300

Por onde passar?

Ponte pênsil

Passar ou não passar sobre o rio?

De pernas para o ar em Santo Antônio da Patrulha

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