Farol da Solidão


Rota: Porto Alegre / Capivari do Sul / Farol da Solidão / Balneário Pinhal / Capivari do Sul/ Porto Alegre

Distância percorrida: 320 km [tracklog]

Mais um projeto que saiu da gaveta: visitar o Farol da Solidão, em Mostardas (RS), e voltar até Balneário Pinhal pela beira-mar. No caminho, muita areia solta e – adivinhe? – uma dúzia de pastéis com café preto. Obrigado pela parceria, bugrada!

Viaduto do Exército


Rota: Porto Alegre / Lajeado / Encantado / Muçum / Encantado / Lajeado / Porto Alegre

Distância percorrida: 310 km de asfalto e 30 km de chão batido [tracklog]

Sabadão de sol, verão entregando os pontos na Província de São Pedro do Rio Grande do Sul… Hora de colocar em prática uma ideia antiga: conhecer o Viaduto do Exército, construção localizada no trecho da EF-491 (conhecida como Ferrovia do Trigo) que fica no município de Vespasiano Corrêa (RS).

Construído pelo 1º Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro e inaugurado pelo então presidente Ernesto Geisel no final da década de 1970, o Viaduto do Exército é considerado o segundo mais alto do mundo e o maior viaduto ferroviário da América Latina. Cada pilar é composto por 4 paredes de 80 centímetros de espessura média e suas fundações estão enterradas a 21 metros de profundidade.

Pouco depois das 8h da manhã, horário tido por cedo pelos demais participantes da motocada, já estávamos montados nos cavalos de aço para cruzar os 150 km que separam a capital de todos gaúchos de Muçum (RS). Com o fim do asfalto, já em Muçum, passamos aos 15 km de chão batido que margeiam o Rio Guaporé e levam ao famoso Viaduto 13: visto de baixo, a obra é grandiosa e seus 143 metros de altura e 509 de extensão impõem respeito (ou dão medo, como queiram).

A estrada que leva ao viaduto possui mais ou menos 1 km e pode ser vencida de carro ou moto – mas, por segurança, optamos por caminhar até lá: antes da primeira curva o suor escorrendo no rosto indicava que, além do sol, as botas e calças cobrariam um alto preço pela subida. Quando chegamos lá em cima, o suor e a subida foram apagados pelo visual impressionante do viaduto; antes dele, preferimos percorrer o túnel (na mais completa escuridão: impossível ver um palmo à frente do nariz) até o primeiro conjunto de janelas. Voltamos – literalmente – pelo mesmo trilho e em poucos minutos estávamos pendurados a quase 150 metros do chão em pequenas plataformas de concreto, hipnotizados pela beleza da vista.

Antes de tomar o rumo de casa, comemos uma dúzia de pastéis (os quais recomendo fortemente aos visitantes) no quiosque que fica na base do viaduto e relaxamos por um bom tempo, conversando sobre assuntos variados ao mesmo tempo em que contemplávamos aquela obra assombrosa.

Baita motocada, gurizada: gracias pela parceria.

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