Mostardas (RS): Estrada da Praia Nova


Rota: Porto Alegre / Viamão / Capivari do Sul / Mostardas / Capivari do Sul / Viamão / Porto Alegre

Distância percorrida: 420 km [tracklog]

O frio do final de semana passado foi compensado com folga pelo céu de motoqueiro que se apresentou: cavalos encilhados, fomos até Mostardas (RS), onde cruzamos a estrada que separa a cidade da Praia Nova. Claramente dividida em duas partes (a primeira de areia solta e a segunda, praticamente uma barra de lagoa, com água por todos os lados), a Estrada do Balneário rendeu um vídeo, poucas fotos e muitas risadas.

Gracias pela parceria, bugrada!

17 Comentários

Pena que o vídeo é curto…

Muito bom…

Ovelha

xou de buela pirex….as vezes boas aventuras não estão longe de casa

bah e tinha até placa de transito rsrsrs

Che, muito bom o filme. O início ficou muito bom.

[]’s Duduzao.

Inveja (boa) de uma big trail pra esses momentos.

Che, Pirex… uma baita diversão! Morei 5 anos aí… até hoje tenho uma casinha nessa praia.
Grande abraço.
Cristiano.

Placa de sinalização! Então, aquilo ali é uma estrada? Ela se move ao sabor das águas…
Piréx, como está a estrada do infernos, até o Rio Grande? Procurei esta informação no começo do ano, quando fui para o Uruguai, mas não tive muitas repostas. DÁ para encara com bagagem e a patroa na garupa? (V-Strom)

Grande Piréx e demais Tatuíras, bela motocada. Difícil saber a melhor parte: o uísque e a cerveja al tiempo de Mostardas, a lama e a água das estradas ou o a la minuta em estômagos famintos e gelados.

Valeu, indiada buenaça.

Grandes tatuíras.
Show de bola a motocada e a parceria.
O melhor, sem dúvida, Diabolim, foi o uísque “por tiempo”, hahaha.
E pensar que tem gente aí que foge dessas “indiadas”, hein Piréx?

Ovelha:
Culpa do Ultraje a Rigor que gravou uma música tão curta… Da próxima vez vou escolher melhor a trilha sonora para o vídeo durar mais.

Rudy:
É verdade. E ainda temos muito o que explorar no quintal de casa. As placas de sinalização eventualmente estão fora da estrada (uma vez que ela muda de lugar), mas pelo menos servem para apontar por onde deveríamos andar.

Duduzão:
Só em casa, vendo o que eu tinha gravado, é que reparei na calmaria dos meus amigos com as bigtrails no asfalto – e aí veio a inspiração, a parte mais difícil da edição.

César:
E é nessas horas que as bigtrails se pagam. Não é uma verdade para todo mundo, mas eu gosto muito de contato com a natureza (ou “tu gosta é de rua”, como diz a minha mulher) e nisso a BT é imbatível.

Redfish:
Esse mundo é muito pequeno, não é? Eu também morei em Mostardas (por mais ou menos 2 anos). Quando volto para lá é como se eu fosse pré-adolescente novamente: brinquei na areia quando era criança e brinco agora com a moto (continuo criança, só mudei o brinquedo).

Renato:
A estrada possui buracos em alguns trechos, mas está toda asfaltada e só recomendo que evites rodar à noite, quando é mais difícil enxergar os defeitos na pista. Fomos até Rio Grande em 2009 (veja os detalhes no artigo A volta da Lagoa dos Patos) e mesmo os que estavam de custom acharam o piso razoável.

Diabolin e Dedé:
Obrigado novamente pela parceria na estrada, gurizada. Mais uma motocada para contar as histórias – quase todas, claro – ao redor de uma mesa de bar. Fico no aguardo da próxima.

Abraços!

Está na lista dos desejos! Ainda vou fazer esta estrada.

Gostei do video podiam ter colocado videos depois do final do asfalto por exemploda praia e regiao sendo que a estrada nao e o forte do municipio e sim uma vergonha mas para voces a estrada es]e so diversao

um abraço
marcio pedreiro
praia nova

Marcio:

Como ex-morador, para mim tudo é o forte do município – desde o almoço no Edmundo, passando pela praça, até as estradas da região. Vale lembrar que essa estrada (e a própria Praia Nova) surgiu quando eu já estava de partida de Mostardas; naquela época, quando a estrada do inferno fazia jus ao nome – chegamos a demorar 14 horas para rodar entre Capivari e Mostardas -, passávamos o verão em São Simão.

Grande abraço!

Olá Pirex, como vai?

Concordo plenamente: lugar de big trais náo é no asfalto!!! Eu estou iniciando nos roteiros off-road e sem dúvida é a melhor parte da viagem…

Náo vi nenhum capote neste vídeo..foi por isso que foi curto assim..rs..rs..rs.. Tô brincando, mas estou pensando em colocar um suporte de malas laterais para proteger o escape e a carenagem traseira, vc acha que vale o investimento?

Particularmente acho feio as malas laterais e até o top case náo vejo muita utilidade, sendo que tenho mochilas impermeáveis que dá para fixar no banco, mas sei lá estou pensando em um possível capote e quem sabe uma viagem mais longa se essas malas laterais nao seriam uma boa… Qual sua opiniáo?

Abraço

Clayton, os tombos ficaram de fora para não desmoralizar demais os integrantes da motocada… Mas eles aconteceram. Rodar nesse tipo de piso é chão certo: eles acontecem devagar, com a moto quase parada, mas acontecem.

Eu não vejo necessidade de suportes ou malas para proteger a moto em um eventual tombo: eu já caí com a minha e ralei o punho, o protetor de motor e a pedaleira traseira – e mais nada. A bem da verdade, fiquei impressionado com a proteção que esses itens oferecem por conta da sua disposição (nada – carenagem, escape, etc – fica exposto). Quando viajo sozinho não preciso de muito espaço (uma mala de banco e o baú traseiro resolvem), mas quando a patroa está junto não tenho alternativa… Até falta espaço nos baús laterais.

Abraço!

Cara, que blz.
Esses passeio são de fundamento. Mas andar na areia fofa é f. Tenho uma XRE e ainda não tive a oportunidade de aproveitar suas propriedades on-off. Casualmente estava pesquisando umas rotas e encontrei esse artigo: http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/noticia/2010/12/conheca-a-estrada-da-serra-do-faxinal-entre-cambara-do-sul-e-praia-grande-3151919.html
Misto de asfalto com terra, litoral e serra – até rimou. Bom de fazer no verão: já chega na praia pulando pra água….rsrs
Abraço.

Renato, eu sou fã declarado dessas saídas para o off-road – leve, até onde minha habilidade e os pneus da minha moto alcançam – e já passei pela estrada que a reportagem fala (veja os detalhes no artigo Parque Nacional de Aparados da Serra) no sentido inverso, subindo de Praia Grande para Cambará do Sul.

Grande abraço!

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