Surpresa no final do dia: farol queimado


Mais um final de expediente se apresenta e executo a rotina de sempre: desligo o computador, coloco as tralhas – carteira, celular, crachá, etc – na mochila, pego o capacete e desço para o estacionamento, onde a moto me espera para mais uma breve sessão de terapia até minha casa.

Tudo certo, tudo sob controle, até virar a chave no contato: além do sinal de problemas (o triângulo amarelo à esquerda do velocímetro), a quilometragem percorrida desaparece para dar lugar a um LAMP em letras maiúsculas no painel.

Anoiteceu e o farol queimou? Danou-se.

Como a luz de parada continuava funcionando, o jeito foi rodar para casa apenas com ela ligada e eventualmente o farol alto – o que, naturalmente, incomodava os demais condutores. Tudo errado: usando a luz de parada para rodar, farol alto no trânsito urbano… Mas as outras alternativas eram piores. Mea maxima culpa.

A substituição é muito simples (basta soltar uma tampa do conjunto ótico e a trava da lâmpada, como já escrevi aqui no Diário de Bordo, e não exige ferramentas como na H-D Fat Boy) e gastei a única sobressalente que eu tinha em casa: como a última vez em que isso aconteceu foi em fevereiro de 2013, há mais de um ano e meio, acredito que eu tenha pelo menos esse tempo para passar em uma loja e comprar outra. Ou não.

5 Comentários

Olá, Pirex

Só para deixar uma dica, pois isso também me aconteceu há alguns meses durante uma viagem.

Eu havia feito 50 Km de trilha de média dificuldade e, não sei se por causa dos pulos e solavancos que a moto sofreu, o farol queimou na volta para casa no final do dia. Então fiquei com o dilema entre usar apenas a lanterna ou usar o farol alto incomodando todo mundo na estrada, sem falar que ambas as opções são passiveis de multa.

E a solução que me ocorreu foi bem simples: trocar as lâmpadas. Tirei a lâmpada do farol alto e coloquei no baixo. É a mesma lâmpada, a diferença de iluminação se dá apenas pelo formato do refletor. Como você disse, não há necessidade de ferramentas, salvo uma chave de fenda pequena para afrouxar o parafuso que prende a presilha que segura a lâmpada. Então, bastou parar num posto para aproveitar a iluminação e resolver o problema em poucos minutos. Fica a dica.

Outra dica: na hora de comprar a lâmpada, optei pelo modelo X-treme Vision da Phillips. É um pouco cara, mas a iluminação melhorou bastante.

Um abraço,

Gilberto Barreto Filho
Fortaleza/CE

Gilberto, bela dica essa de usar a lâmpada do farol alto. Nunca me ocorreu que elas pudessem ser do mesmo modelo. Sobre a troca, nem uma chave phillips é necessária: soltando as presilhas da outra ponta, a trava gira debaixo do parafuso. Eu estou usando uma H7 Phillips.

Grande abraço!

Olá Amigo Pirex!

Ótima dica, com certeza vai me ajudar na hora desse perrenho.

Forte abraço, e fica o convite para conhecer o extremo norte!

Jean Brustolin – Boa Vista Roraima

Coisas que acontecem … Piréx, acho que já lhe perguntei uma vez, mas como você lida com o eventual problema de furar um pneu, já que a F800GS utiliza pneus com câmara ?

Valeu, abraços !

Jean:
Vontade de conhecer essa parte do país é que não me falta. Está na minha lista de pendências faz tempo… Uma hora dessas dá certo.

Fernando:
Em viagens, eu carrego comigo um Motul Tyre Repair. Nunca precisei usar, mas quem já usou (mesmo em pneus com câmara) diz que dá para rodar devagar até o borracheiro. Outra coisa que vale a pena – e este é o motivo pelo qual publico todas as manutenções que faço – é saber como desmontar a roda: mesmo que não seja para consertar ali mesmo (tirar o pneu da roda dá trabalho), eventualmente pode ser mais fácil pegar uma carona com um companheiro de viagem ou um carro que passa e levar só a roda para o borracheiro.

Abraços!

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